Instituto Politécnico de Tomar. Foto: DR

O Instituto Politécnico de Tomar (IPT) tem disponível uma nova microcredenciação em Proteção Civil na Gestão Autárquica, uma formação de curta duração que decorrerá em formato b-learning (remoto e presencial). As candidaturas estão abertas até esta sexta-feira, 14 de março, e podem ser submetidas no portal online do IPT.

Destina-se a autarcas e futuros autarcas, dirigentes municipais, colaboradores dos Serviços Municipais de Proteção Civil e outros agentes de Proteção Civil.

Com uma carga horária de 63 horas (99 ECTS), terá início a 31 de março e terminará a 20 de junho. As candidaturas para a microcredenciação em Proteção Civil na Gestão Autárquica no Politécnico de Tomar não requerem deslocação aos serviços, estando o formulário disponível em https://portal2.ipt.pt/cursos/microcredenciacao/Mc_-_PCGA/

Esta microcredenciação é uma oportunidade para preparar os autarcas, enquanto líderes e responsáveis de Proteção Civil à escala municipal, para os desafios que possam surgir durante o exercício dos seus mandatos.

Assim, o programa pretende dar resposta aos atuais e futuros presidentes de Câmara, vereadores, presidentes de Junta de freguesia, e outros colaboradores e serviços ligados a esta matéria de Proteção Civil, no sentido de esclarecer sobre o enquadramento das competências das autarquias locais, distinguir diversos tipos de Planos de Proteção Civil e apreender noções operacionais, bem como identificar riscos e saber trabalhar e articular a divulgação de informação com os órgãos de comunicação social, além de permitir planear um exercício à escala municipal.

Esta formação está enquadrada no Consórcio Rede Politécnica A23 do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Para mais informações ou esclarecimentos, poderá contactar o Balcão Único (balcaounico@ipt.pt / whatsapp + 351 913 950 802 / t: 249 328 216).

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

Deixe um comentário

Leave a Reply