Projeto Sardoal Mostra-se. Créditos. mediotejo.net

No âmbito do projeto ‘Sardoal Mostra-se – Educação pela Arte’, os alunos do 1.º ciclo do Ensino Básico do Agrupamento de Escolas de Sardoal vão apresentar na sexta-feira, dia 13 de junho, a peça “Atlas”. A sessão, que contará com música de percussão, vai decorrer às 21h00 nas instalações da escola e é aberta ao público.

Para a construção deste espetáculo, José Ramalho, diretor artístico do Teatro Figura, com a colaboração de Eunice Correia e André Consciência, levaram os alunos a desenvolver um trabalho de investigação e pesquisa sobre os sete continentes, sendo que cada turma trabalhou um dos continentes, nomeadamente ao nível da identificação de tópicos identitários para construir a dramaturgia.

Desta forma, ao longo do ano letivo foi desenvolvido um trabalho que envolveu toda comunidade escolar, incluindo os pais, e que coloca as artes ao serviço da sociedade, levando os mais jovens a desenvolverem uma mente mais crítica.

“Atlas” apresenta uma diversidade cultural e muita criatividade, imaginação e fantasia. O espetáculo contará, ainda, com música ao vivo pelo percussionista Nuno Ferreira.

“Educação pela Arte” encontra-se a ser executado no âmbito do PEDIME – Plano Estratégico de Desenvolvimento Intermunicipal da Educação no Médio Tejo, sendo cofinanciado pela União Europeia, Portugal 2020 e Programa Operacional do Centro 2020, através do Fundo Social Europeu.

A entrada é livre.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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