A Banda da Armada apresenta-se a 19 de outubro em Vila Nova da Barquinha, Foto arquivo: DR

A programação do “Volver”, a decorrer até dezembro, inclui um vasto programa de música, cinema, exposições, conferências e teatro, assim como a possibilidade de visitar os locais e os espaços diversificados que os identificam, sendo a cultura apresentada pela organização como veículo de “promoção da aproximação e diálogo entre os povos”, e a ”Liberdade” o mote para a terceira edição da iniciativa. Programa completo AQUI.

A Banda da Armada apresenta-se no sábado, dia 19 de outubro, às 16h00, no pavilhão desportivo de Vila Nova da Barquinha. Até final do ano, o VOLver leva ainda a Vila Nova da Barquinha o espetáculo “Não estavas capaz… não vinhas”, com Ana Arrebentinha, no dia 26 de outubro, e um Encontro de Bandas, a 16 de novembro, que repete no Palácio dos Desportos, em Torres Novas, a par da peça de teatro “Ladrão que rouba ladrão”, pela companhia Sonhos em Cena, a 2 de novembro.

O programa continua em novembro, com a palestra “Liberdade, desafios contemporâneos da democracia”, em Torres Novas, no dia 21, culminando o VOLver 2024 com uma mesa-redonda, a 14 de dezembro, em Vila Nova da Barquinha, com debate aberto à população para “avaliar e refletir” sobre o projeto, e “recolha de contributos para novos ciclos de programação conjunta”.

“A cultura desempenha um papel crucial na promoção e proteção da liberdade ao moldar as atitudes, valores e comportamentos das pessoas em uma sociedade”, indica a organização, em comunicado, tendo feito notar que “uma cultura que valoriza a liberdade de pensamento, expressão e ação, é fundamental para a proteção dos direitos individuais e para o desenvolvimento de uma sociedade justa e democrática”.

Nesse sentido, refere a mesma nota, “a Liberdade do VOLver 2024 é um convite à livre participação num vasto programa cultural diversificado”, a decorrer desde maio e até dezembro, com o “teatro, música, exposições, cinema, palestras, visitas a monumentos e a inúmeros lugares representativos dos patrimónios destes territórios” a serem “o mote para encontros e passeios” por estes três concelhos.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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