O Radar Social consiste na criação de uma equipa multidisciplinar que contribuirá para o reforço do apoio social a pessoas, famílias ou grupos em situação de vulnerabilidade social. Créditos: CMVR

O Município de Vila de Rei viu aprovada a candidatura apresentada ao programa ‘Radar Social’, realizada no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência. Com um montante global de 163.237,58€, o Radar Social consiste na criação de uma equipa multidisciplinar que contribuirá para o reforço do apoio social a pessoas, famílias ou grupos em situação de vulnerabilidade social, incluindo as pessoas em situação de risco de pobreza, exclusão social ou discriminação nas suas múltiplas dimensões.

O programa terá uma duração de 27 meses e vai assim permitir reforçar o apoio a pessoas e famílias com problemas de pobreza ou exclusão social. Para além da constituição da referida equipa multidisciplinar, o projeto pressupõe igualmente a execução de diagnósticos sociais locais interpretativos da realidade social e a implementação de um sistema integrado de georreferenciação social e de capacitação dos territórios na ativação das respostas e otimização dos recursos.

O presidente do Município de Vila de Rei em exercício, Paulo César Luís, disse que a implementação do Programa ‘Radar Social’ vai conceder uma “maior eficácia dos trabalhos desenvolvidos em prol da comunidade local, através de um maior conhecimento do território, graças à implementação e reforço de um trabalho de proximidade com a comunidade”.

“Pretendemos assim promover e georreferenciar recursos, respostas e soluções, a nível local e regional, promovendo a participação e sustentabilidade da comunidade vilarregense”, destacou.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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