Sardoal vestiu-se de roxo no domingo para receber a Procissão dos Passos do Senhor. Foto arquivo: Paulo Jorge de Sousa

A vila de Sardoal volta a vestir-se de roxo para receber a Procissão dos Passos do Senhor no próximo domingo, 6 de abril, com a eucaristia a ter início às 16h00, na Igreja Matriz. A Procissão marca o início da Semana Santa em Sardoal.

À semelhança de anos anteriores, são esperadas centenas de pessoas que afluem à vila para participar nesta emblemática Procissão. Com saída da Igreja Matriz, o cortejo integra o Sermão do Encontro, na Praça da República, que culmina com o Encontro das imagens do Senhor dos Passos e da Sua Santíssima Mãe.

A Procissão prossegue, depois, com as duas imagens a caminho do Convento de Santa Maria da Caridade, onde é proferido o Sermão do Calvário.

Procissão dos Passos do Senhor veste Sardoal de roxo. Créditos: CMS

Toda a Procissão decorre ao som de marchas fúnebres, interpretadas pela Filarmónica União Sardoalense.

Para esta manifestação religiosa, a Câmara Municipal de Sardoal coloca centenas de faixas roxas nas janelas e varandas das ruas principais.

Procissão dos Passos do Senhor, Sardoal. Foto: Câmara Municipal de Sardoal

No dia 13 de abril terá lugar a Procissão dos Santos, no dia 17 a Procissão do Senhor da Misericórdia (Fogaréus), dia 18 a Procissão do Enterro, e dia de Páscoa (20 de abril) a Procissão da Ressureição.

De 17 a 20 de abril poderá visitar, como acontece todos os anos, as capelas enfeitadas com tapetes de flores.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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