Presidente da Câmara da Chamusca, Paulo Queimado. Foto: mediotejo.net

O presidente de Câmara Municipal de Chamusca participa esta terça feira, dia 22, no Fórum Mundial para a Cidadania e Educação, que decorre durante dois dias (até dia 23 de novembro), na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

Paulo Queimado, integra o painel “Competências do Séc. XXI: exemplos de Portugal” onde “partilhará as boas práticas do Município na área da Educação e como ela se posiciona enquanto eixo estratégico de atuação do Município e pilar de desenvolvimento estruturante”, adianta a autrquia, em nota de imprensa.

O autarca deverá abordar os investimentos mais recentes nas infraestruturas e projetos inovadores para as crianças e jovens, “com o objetivo de lhes proporcionar as melhores condições no acesso a ferramentas para o desenvolvimento de competências, que lhes permita crescer felizes e realizados e que os valorize enquanto importantes agentes transformadores da sociedade”.

O Fórum é uma organização da Virtual Educa e do Instituto Nacional Eleitoral do México, que conta com o apoio institucional do Ministério da Educação e com a colaboração de parceiros como o Fórum Estudante, a Fundação Calouste Gulbenkian e a empresa de consultoria 2B-On.

Segundo os promotores, a iniciativa “centra-se na construção colaborativa de visões para o futuro da cidadania e da educação, englobando estratégias e iniciativas que impactam diretamente estes temas nos tempos pós-pandemia e guerra”.

A participação de especialistas e oradores de renome nacional e internacional convida a refletir sobre estas questões, permitindo “aprender, enriquecer e reforçar bases, estratégias e políticas de cidadania e educação no futuro. Para além de abrir um espaço de reflexão e de opinião sobre os desafios que a ordem democrática, os seus valores e a cidadania enfrentam”, refere a organização.

Promete dois dias “para aprender e refletir com especialistas locais e internacionais sobre as tendências emergentes em matéria de cidadania, educação, competências e aprendizagem ao longo da vida, sendo ao mesmo tempo uma oportunidade para partilhar visões, estratégias e iniciativas de especialistas de diferentes regiões do mundo que terão impacto no futuro das nossas sociedades”.

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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