Presidente da Câmara de Tomar visita ULS Médio Tejo e conhece novos investimentos na área da saúde. Foto: CMT

O presidente da Câmara Municipal de Tomar, Tiago Carrão, realizou esta semana a sua primeira visita oficial à Unidade Local de Saúde (ULS) do Médio Tejo, a convite do Conselho de Administração. A deslocação permitiu conhecer projetos em curso considerados estratégicos para a região, reforçando o papel de Tomar na rede assistencial da ULS.

Entre os investimentos apresentados destacou-se o novo edifício de Pedopsiquiatria, atualmente em construção, apontado como um dos projetos estruturantes da instituição para 2026. A nova valência irá reforçar a capacidade de resposta na área da saúde mental infantojuvenil, uma das prioridades definidas pelo Serviço Nacional de Saúde.

O percurso incluiu ainda uma passagem pelas instalações do Serviço de Medicina Física e Reabilitação, onde foram discutidos os planos para aumentar a atividade clínica e expandir a oferta deste serviço essencial.

Presidente da Câmara de Tomar visita ULS Médio Tejo e conhece novos investimentos na área da saúde. Foto: CMT

A visita ficou também marcada pela chegada a Tomar de um robot cirúrgico de última geração, adquirido por 2,4 milhões de euros através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

O equipamento ficará, nas próximas semanas, em fase de montagem e configuração, incluindo a instalação de softwares clínicos avançados. A colocação definitiva no Bloco Operatório está prevista para o final de 2025.

A ULS Médio Tejo prevê iniciar, em janeiro de 2026, o programa de formação das equipas médicas para utilização do novo sistema, estando a primeira cirurgia robótica da região agendada para fevereiro de 2026.

Com este investimento, Tomar irá posicionar-se como referência regional em cirurgia minimamente invasiva no SNS.

A ULS Médio Tejo serve cerca de 170 mil utentes dos concelhos de Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Sardoal, Tomar, Torres Novas, Vila Nova da Barquinha e Vila de Rei, dispondo de três unidades hospitalares situadas a cerca de 30 quilómetros entre si, funcionado em regime de complementaridade de valências.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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