Oceano Créditos: Pixabay

O Prémio “tem como objetivo transmitir à sociedade a importância do oceano como sistema de suporte de vida no Planeta Terra, responsável pela regulação do clima, pelo fornecimento de alimento, meio de transporte e de lazer, além de providenciar muitos outros serviços e benefícios económicos, sociais,
ambientais, culturais e emocionais”, informa o Ministério de Educação em nota de imprensa.

Podem concorrer ao Prémio jovens com idades entre os 14 e os 21 anos, individualmente ou em equipas de até cinco membros. Além dos jovens que residam ou estudem em Portugal, ou que estejam legalmente habilitados a permanecer no país, podem candidatar-se todos os jovens que residam no estrangeiro e tenham nacionalidade portuguesa.

Anualmente serão galardoados os filmes com duração de até sete minutos que melhor promovam a importância do oceano e do conhecimento científico interdisciplinar sobre os oceanos nas suas diversas dimensões e interações para o benefício da sociedade e do ambiente.

O Prémio pode ser atribuído em quatro categorias: Mensagem, Criatividade, Cultura Científica e Futuro, recebendo as candidaturas vencedoras um valor de dois mil euros.

O Prémio Mário Ruivo – Gerações Oceânicas presta homenagem ao professor Mário Ruivo, personalidade de reconhecido mérito científico, diplomático e cultural, pioneiro na defesa do oceano, no lançamento das temáticas ambientais em Portugal e na promoção de uma relação mais harmoniosa entre a sociedade e o oceano.

O Prémio Mário Ruivo – Gerações Oceânicas é uma iniciativa conjunta das áreas governativas da Economia e Mar, da Cultura, da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e da Educação.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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