Praia Fluvial do Penedo Furado, em Vila de Rei. Créditos: CMVR

O concelho de Vila de Rei encontra-se preparado para receber residentes e visitantes nas praias fluviais do Penedo Furado, Bostelim, Fernandaires e Pego das Cancelas, bem como na Piscina Descoberta Municipal. Ao longo dos últimos meses, o município realizou diversos trabalhos de manutenção e valorização para assegurar as melhores condições de lazer.

Todas as zonas balneares contam com infraestruturas de apoio, que incluem balneários, áreas de estacionamento e vigilância permanente assegurada por nadadores-salvadores.

A época de 2026 arranca com um forte reconhecimento da qualidade ambiental das águas vilarregenses. As praias do Bostelim e de Fernandaires voltam a hastear a prestigiada Bandeira Azul, pelo 11.º e 5.º anos consecutivos, respetivamente.

Praia Fluvial do Bostelim, no concelho de Vila de Rei. Foto: mediotejo.net

Em paralelo, a Quercus renovou a atribuição do galardão “Praia com Qualidade de Ouro” a várias zonas balneares do concelho. Fernandaires recebe a distinção pela 15.ª vez consecutiva e a Zaboeira pela 10.ª vez.

Já o Penedo Furado e o Pego das Cancelas alcançaram este reconhecimento pelo oitavo ano seguido, numa lista de excelência onde a praia do Bostelim voltou também a marcar presença.

Praias fluviais e piscinas de Vila de Rei iniciam época balnear a 15 de junho. Foto: CMVR

Para comodidade dos banhistas, os bares de apoio das praias fluviais vão funcionar com os seguintes horários diários:

  • Penedo Furado e Bostelim: das 10h00 às 20h00;
  • Fernandaires: das 09h00 às 19h00;
  • Pego das Cancelas: das 11h00 às 20h00 (de domingo a quinta-feira) e das 11h00 às 23h00 (às sextas-feiras e sábados).

A Piscina Descoberta Municipal e a Piscina Infantil também abrem portas a 15 de junho, funcionando diariamente, incluindo aos fins de semana, em duas fatias horárias: das 10h00 às 13h00 e das 15h00 às 19h00.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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