Praia Fluvial do Alamal reabriu após recuperação dos danos provocados pelas cheias. Foto arquivo: DR

A praia fluvial do Alamal, em Belver, no concelho de Gavião, reabriu ao público no final de junho, depois de concluída a intervenção de recuperação dos estragos provocados pelas cheias de fevereiro.

Em declarações à Rádio Portalegre, o presidente da Câmara Municipal de Gavião, António Severino, explicou que os trabalhos incluíram a reposição do areal, a instalação dos equipamentos de salvamento e dos chapéus-de-sol, garantindo que o espaço reúne as condições de segurança necessárias para receber os utilizadores durante a época balnear.

As intempéries provocaram elevados danos na praia fluvial e nas infraestruturas de apoio, obrigando à realização de diversas intervenções antes da reabertura.

Na altura do anúncio, o autarca adiantou ainda que o bar de apoio seria reposto numa fase posterior, não tendo sido divulgada entretanto informação oficial sobre a sua entrada em funcionamento.

A Eco Laguna, uma piscina em forma de lagoa na vila de Gavião, também reabriu ao público. O refúgio é um dos segredos mais bem guardados na região e costuma ser um ponto de encontro para residentes e visitantes ao longo do verão. 

Eco Laguna em Gavião. Foto: mediotejo.net

A piscina, que conta também com pequenas cascatas, vai ficar aberta até 19 de setembro, segundo avançou a Câmara Municipal de Gavião. Vai funcionar entre as 10h00 e as 19h00, de terça-feira a domingo.

O equipamento conta com fundo de areia, zona de jacuzzi e profundidade máxima de 1,6 metros. O espaço foi inaugurado em 2023 e a propriedade integra também uma Casa de Artes. Os banhistas têm ainda acesso a um bar, instalações sanitárias e balneários, amplo relvado envolvente e esplanada.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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