Praia fluvial de Constância abre época balnear com atividades para famílias. Foto arquivo: Ricardo Escada/mediotejo.net

A praia fluvial de Constância inicia este sábado, 6 de junho, a época balnear de 2026, num dia marcado por dois momentos distintos: a abertura formal às 10h00 e um programa de animação ao longo da tarde.

Localizada na margem esquerda do rio Zêzere, junto à confluência com o Tejo, a zona balnear reabre após intervenções de recuperação na sequência dos estragos provocados pelas cheias registadas em fevereiro.

A abertura da época balnear está agendada para as 10h00, assinalando o início formal do funcionamento da praia para a época de verão. Segue-se, ao longo da tarde, um programa de animação destinado a assinalar junto da população o arranque da época balnear.

A partir das 15h00, a praia fluvial de Constância recebe uma tarde de atividades dirigidas a famílias e crianças, com jogos de água, modelagem de balões, presença de mascote animada e coreografias. A iniciativa pretende celebrar a abertura da época balnear com um momento de convívio e lazer junto ao rio.

A praia mantém vigilância, nadadores-salvadores, chapéus de sol, chuveiros, lava-pés, zonas verdes, parque de merendas, estacionamento e áreas de apoio.

O espaço dispõe de uma área de areal de cerca de 3.500 metros quadrados e capacidade máxima para 350 pessoas.

Apesar da abertura, a praia não entra em funcionamento pleno, mantendo algumas limitações decorrentes dos danos causados pelas cheias de fevereiro.

Entre as intervenções ainda por concluir estão o reforço do talude e a reconstrução da rampa de acesso para pessoas com mobilidade reduzida, estruturas destruídas pela subida do rio.

A autarquia optou por adiar essas obras para depois da época balnear, de forma a garantir soluções mais estruturais e duradouras.

A época balnear decorre até 6 de setembro.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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