Praia dos Olhos d'Água renova Bandeira Azul e estreia galardão de acessibilidade. Foto: CMA

A Praia Fluvial dos Olhos d’Água do Alviela, no concelho de Alcanena, hasteou hoje a Bandeira Azul para a época balnear de 2026 e, pela primeira vez, o galardão “Praia Acessível, Praia para Todos!”, anunciou esta segunda-feira o município.

A distinção reconhece as condições de acessibilidade existentes no espaço balnear, permitindo que pessoas com mobilidade condicionada ou outras incapacidades possam usufruir da praia com maior autonomia, segurança e conforto.

Em comunicado, a Câmara de Alcanena considera que os dois galardões “atestam a qualidade ambiental, a segurança e o compromisso com um espaço inclusivo para todos”, sublinhando que representam o resultado do trabalho desenvolvido na valorização daquele espaço natural e na promoção de um turismo sustentável e acessível.

Situada junto à nascente do rio Alviela, em pleno Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, a praia fluvial dos Olhos d’Água do Alviela é um dos principais destinos de natureza do concelho, integrando um complexo de lazer com zonas relvadas, áreas de sombra, parque infantil, bar, restaurante e parque de campismo.

Praia dos Olhos d’Água renova Bandeira Azul e estreia galardão de acessibilidade. Foto: CMA

Nas proximidades localizam-se também o Centro Ciência Viva do Alviela – Carsoscópio, percursos pedestres e um centro de BTT.

A renovação da Bandeira Azul surge depois de a praia ter recuperado recentemente o estatuto de zona balnear oficial, na sequência de um processo de requalificação promovido pelo município, que incluiu a monitorização da qualidade da água, melhoria das infraestruturas, criação de acessos, reforço da segurança e instalação de serviços de apoio aos banhistas.

Praia dos Olhos d’Água renova Bandeira Azul e estreia galardão de acessibilidade. Foto: CMA

Segundo a Associação Bandeira Azul de Ambiente e Educação (ABAAE), a Praia Fluvial dos Olhos d’Água do Alviela integra novamente a lista de praias galardoadas em 2026, estando a época balnear a decorrer entre 27 de junho e 31 de agosto.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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