A EN2 é muitas vezes comparada com a 'Route' 66, porque, à semelhança do que acontece com a estrada norte-americana, também rasga o país de uma ponta à outra. Foto: les-a-les.pt

A 27.ª edição do Portugal de Lés-a-Lés, a maior caravana mototurística do mundo, vai decorrer entre 7 e 10 de junho, com passagem pelo Médio Tejo na segunda etapa do passeio, designadamente por Constância, Vila Nova da Barquinha, Sardoal e Mação. No Sardoal, por exemplo, a passagem e paragem terá lugar no dia 9, entre as 9h15 e as 13h35, no Jardim da Tapada da Torre.

Já em Mação a passagem será ao fim da manhã/início da tarde. As motas chegam vindas de Mouriscas – Penhascoso – Mação. O local de paragem será o Largo da feira, sendo que os participantes fazem ali pausa com visita ao Museu. E os horários:

  • 10h05: Chegada da Equipa Zero
  • Os participantes chegam a uma cadência de 6 motos por minuto

O desafio deste ano junta cerca de 1500 participantes num percurso que vai ligar Penafiel a Faro num traçado que, surpreendentemente e após 26 edições, ainda apresenta muitas novidades.

O 27.ª Portugal de Lés-a-Lés estreia uma abordagem distinta ao castelo de Almourol, e ainda, mais a Norte, uma cidade-etapa, uma inovadora travessia do Rio Douro.

Na segunda etapa, de Alcobaça a Portalegre, a extensão mais reduzida (277 km), após a visita às salinas de Rio Maior, mais uma estreia em Vila Nova da Barquinha, haverá tempo para contemplar o Castelo de Almourol da margem norte, ou a ida a Constância ‘dar um abraço’ a Camões, dando outra cor à festa dos 500 anos do seu nascimento.

O Portugal de Lés-a-Lés é uma aventura anual mototurística que, desde 1999, concilia a resistência física à vertente turística com o objetivo de cruzar Portugal de extremo a extremo contemplando paisagens e lugares de enorme esplendor.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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