Santa Margarida da Coutada reivindica médico de família a tempo inteiro. Foto arquivo: mediotejo.net

A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo (CUSMT) recolheu 336 assinaturas para que seja colocado em Santa Margarida da Coutada, Constância, um médico a tempo inteiro. “Os protestos da população foram decisivos para a colocação de médico, mas em tempo parcial, sendo uma solução precária”, indica a CUSMT, apontando que a freguesia tem 1.400 utentes sem médico de família.

No abaixo-assinado, que teve lugar após uma vigília junto à extensão de saúde de Santa Margarida da Coutada, lê-se o seguinte:” População da Freguesia de Santa Margarida reivindica médico de família a tempo inteiro”.

A CUSMT considera que “a vontade expressa das populações é fundamental para a conquista de mais serviços de saúde de qualidade e proximidade. A intervenção das populações foi (e continua a ser) determinante na defesa do SNS e nos avanços na prestação de mais e melhores cuidados de saúde.

Atualmente, estão sem médico de família mais de 1.400 utentes da extensão de saúde de Santa Margarida da Coutada, “situação deveras lesiva e preocupante”, acrescenta a CUSMT, em comunicado.

Com a Unidade Local de Saúde do Médio Tejo, em fase de instalação, e que passará a funcionar a partir de 1 janeiro próximo, a CUSMT vai enviar o abaixo-assinado, nos próximos dias, para que a reivindicação da população de Santa Margarida da Coutada “seja, desde já, um objetivo a ser cumprido”.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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