Ponte de Sor recebe as músicas e danças do sul de Itália com Ambrogio Sparagna. Foto: DR

Ponte de Sor recebe no sábado, às 21h30, as músicas e danças do sul de Itália com Ambrogio Sparagna no Festival Sete Sóis Sete Luas. O espetáculo “Suspiri de Core” leva ao anfitetaro da zona ribeirinha uma viagem pelas tradições musicais italianas com entrada livre.

Integrado na programação da 34ª edição do Festival Sete Sóis Sete Luas, que regressa a Ponte de Sor entre 20 de junho e 19 de setembro, o Anfiteatro da Zona Ribeirinha transforma-se este sábado, dia 27 de junho, num palco de partilha cultural com a atuação do prestigiado músico italiano Ambrogio Sparagna. O espetáculo, intitulado “Suspiri de Core”, tem início marcado para as 21h30 e conta com entrada livre.

Esta iniciativa faz parte de um vasto programa cultural de descentralização e intercâmbio que reúne música, circo e dança, envolvendo artistas de vários países do Mediterrâneo e do mundo lusófono ao longo de todo o verão em Ponte de Sor.

A noite de sábado será inteiramente dedicada às vibrantes “Músicas e Danças do Sul da Itália”. Em palco, Ambrogio Sparagna (no acordeão diatónico e voz) far-se-á acompanhar por um elenco composto por Alessia Salvucci (tambores e voz), Raffaele Simeoni (voz, flautas, ciaramelle e clarinete) e Francesca Trenta, responsável por dar corpo e movimento às danças tradicionais.

Festival Sete Sóis Sete Luas leva a Ponte de Sor música, circo e intercâmbio cultural internacional

O Festival Sete Sóis Sete Luas está de regresso a Ponte de Sor para mais uma edição dedicada à promoção das artes e da cultura do Mediterrâneo e do mundo lusófono. Ao longo de três meses, entre 20 de junho e 19 de setembro, os espetáculos vão percorrer várias localidades do concelho, levando ao público propostas que cruzam música tradicional e contemporânea, circo e dança.

A programação da 34ª edição (ver AQUI) arrancou dia 20 de junho, no Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sor, com o espetáculo de circo “Somos”, da companhia espanhola CircoSpunto. Uma semana depois, no sábado, dia 27 de junho, o Anfiteatro da Zona Ribeirinha recebe o concerto do músico italiano Ambrogio Sparagna, reconhecido pela divulgação e valorização da música popular italiana.

No dia 4 de julho, Galveias acolhe a atuação da MED 7LUAS26 Orkestra, um projeto internacional que reúne músicos do Brasil, França, Itália, Martinica e Portugal. Já em agosto, o Festival leva o projeto Jeunesse IX das Cidades 7Sóis a Longomel (7 de agosto), Foros de Arrão (8 de agosto) e Tramaga (9 de agosto), dando destaque a jovens intérpretes oriundos da região mediterrânica.

A programação prossegue a 29 de agosto, em Montargil, com o espetáculo de circo aéreo “La Panne”, apresentado pela companhia francesa Les P’tits Bras.

Em setembro, o Festival entra na reta final com o concerto Luso 7Sóis-26, que reúne artistas de Cabo Verde, La Réunion, Itália, Marrocos e Portugal. O espetáculo sobe ao palco em Vale de Açor, no dia 4 de setembro, e em Montargil, a 6 de setembro.

A 34ª edição do Festival Sete Sóis Sete Luas decorre em Ponte de Sor até 19 de setembro. Foto arquivo: DR

No dia 5 de setembro, Ponte de Sor recebe dois espetáculos: o Barcelona Flamenco Ballet apresenta “Romeo y Julieta”, enquanto a companhia andaluza La Banda de Otro leva ao público o espetáculo de circo “Rodeo”.

O encerramento está marcado para 19 de setembro, nos Foros de Arrão, com um concerto da cantora napolitana Fiorenza Calogero.

Paralelamente à programação principal, o Festival promove ainda vários concertos de solidariedade em instituições do concelho, reforçando a sua dimensão social e de proximidade às comunidades.

Com entrada livre em todos os eventos, o Festival Sete Sóis Sete Luas volta a afirmar Ponte de Sor como um dos palcos da rede cultural internacional que, há mais de três décadas, aproxima povos e culturas através das artes.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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