Parque Aquático de Galveias - Oásis Parque. Créditos: Junta de Freguesia de Galveias

As piscinas descobertas de Galveias (Oásis Parque Aquático), em Ponte de Sor, está em funcionamento desde 1 de julho e vai ficar de portas abertas até dia 11 de setembro, depois de dois anos encerrado devido à pandemia de covid-19. O espaço de lazer funciona todos os dias, exceto à segunda-feira.

O Parque Aquático conta com uma piscina principal, uma zona de lago para as crianças, com relvado que oferece sombras naturais e chapéus de colmo e ainda uma piscina destinada exclusivamente aos escorregas.

São dois escorregas: um aberto e longo e outro em forma de tubo fechado, mais alto proporcionando uma viagem mais rápida que o primeiro.

O Parque Aquático de Galveias está aberto diariamente das 10h00 às 20h00, exceto às segundas-feiras, dia de encerramento. Os preços de entrada mantém-se iguais aos dos anos anteriores.

Parque aquático de Galveias

PREÇÁRIO:

Entrada diária
adultos: 3 euros
menores entre os 13 e os 18 anos: 1,50 euros
estudantes – 1,50 euros
menores até aos 12 anos – 0,75 euros

espreguiçadeiras – 2,50 euros

Passe mensal
adultos: 45 euros
menores entre os 13 e os 18 anos: 30 euros
estudantes – 30 euros
menores até aos 12 anos – 15 euros

Passe quinzenal
adultos: 25 euros
menores entre os 13 e os 18 anos: 15 euros
estudantes – 15 euros
menores até aos 12 anos – 10 euros

Livro (20 entradas)
adultos: 45 euros
menores entre os 13 e os 18 anos: 25 euros
estudantes – 25 euros
menores até aos 12 anos – 12,50 euros

Parque Aquático de Galveias – Oásis Parque. Créditos: Junta de Freguesia de Galveias

Tendo em conta a pandemia, o Parque Aquático de Galveias informa que cumpre as regras divulgadas pela Direção Geral da Saúde.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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