Museu Municipal de Ponte de Sor: Créditos: CMPS

O Museu Municipal de Ponte de Sor comemora no sábado, dia 25 de maio, o seu segundo aniversário, com várias iniciativas culturais, a partir das 15h00, com um colóquio sobre a temática dos museus, uma visita guiada e um momento musical, pela Escola de Artes do Norte Alentejano.

O programa arranca com o colóquio ‘Museus municipais: história, património e comunidade’, com Sandra Leando (Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, Évora), Carlos Manuel Faísca (Universidade de Coimbra) e Ana Isabel Silva (Municipio de Ponte de Sor).

Segue-se uma visita guiada ao Museu Municipal, com destaque para novas peças e apresentação do vídeo de animação do Museu.

A encerrar decorre um momento musical, pela Escola de Artes do Norte Alentejano. A entrada é gratuita.

Situado no Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sor, o Museu Municipal tem como principal objetivo a valorização e a divulgação do património e da história do território correspondente ao atual concelho de Ponte de Sor, estimulando ao mesmo tempo a contínua produção de conhecimento naqueles domínios. Visa também dar o devido enquadramento museológico ao património industrial do já centenário edifício da Fábrica de Moagem e Descasque.

Destina-se a todos os que, vindos de fora ou residentes, queiram conhecer o território, pretendendo-se que tenha, em simultâneo, uma vertente como recurso turístico e uma forte dimensão comunitária, sendo apropriado e fruído pelos habitantes do espaço cuja história e cujo património evoca.

O espaço cultural pode ser visitado de segunda a sábado, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00. Encerra aos domingos e dias feriados.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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