Mercado de Galveias (Ponte de Sor) mereceu obras de requalificação e reabilitação. Créditos: CMPS

O Mercado de Galveias (Ponte de Sor) mereceu obras de requalificação e reabilitação que estão em fase de conclusão, após um investimento de 600 mil euros e um prazo de execução de nove meses. A intervenção “há muito ambicionada pelas gentes de Galveias” é considerada pelo Município, responsável pelo projeto, “uma importante infraestrutura para a freguesia e para o concelho de Ponte de Sor”.

Recorda-se que desde 2013, por iniciativa do professor Laranjeira, o projeto para a requalificação daquele edifício foi iniciado, tendo ocorrido um acordo (contrato de comodato) entre a Câmara Municipal e a Junta de Freguesia de Galveias. Esse contrato permitiu a intervenção do Município, como responsável pela obra, no edifício do Mercado que é propriedade da Freguesia de Galveias.

Assim, o mesmo foi transformado num edifício Multiusos considerado “moderno, flexível e apelativo com todas as condições de conforto térmico, acústico e de segurança”.

Mercado de Galveias (Ponte de Sor) mereceu obras de requalificação e reabilitação. Créditos: CMPS

Um investimento de cerca de 600 mil euros, assumido na totalidade pelo Município, tendo a Junta de Freguesia de Galveias assumido o compromisso de cumprir o pagamento de 15% do valor total da obra, que corresponde ao financiamento nacional, na perspetiva de financiamento da obra por fundos estruturais europeus.

Mercado de Galveias (Ponte de Sor) mereceu obras de requalificação e reabilitação. Créditos: CMPS

Pretendendo ser um espaço de referência em Galveias e em todo o concelho de Ponte de Sor, com vista a tornar-se um novo polo de desenvolvimento, o investimento na ordem dos 600 mil euros torna o espaço do Mercado capaz de receber eventos culturais, recreativos, desportivos e de índole económica ou empresarial.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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