Escola de Artes do Norte Alentejano. Créditos: EANA

O Concerto de Ano Novo em Ponte de Sor tem lugar esta quinta-feira, dia 12 de janeiro, às 21h00, no Teatro-Cinema da cidade, pela Escola de Artes do Norte Alentejano.

A Escola de Artes do Norte Alentejano (EANA), anteriormente designada por Conservatório Regional de Portalegre, é uma Escola Particular e Cooperativa de Ensino Artístico Especializado da Música, podendo estender a sua atividade ao Ensino do Bailado e a outras artes.

Esta Escola tem como suporte jurídico uma associação de serviço público sem fins lucrativos, com a mesma denominação. Devidamente reconhecida pelo Ministério da Educação (ME) em 1988, iniciou as suas atividades nas instalações contíguas ao Palácio Amarelo, cedidas para o efeito, pela autarquia local.

É reconhecida como Instituição de Utilidade Pública a 28 de junho de 1991, vindo a desenvolver a sua atividade na área do Ensino Artístico Especializado da Música desde a sua criação.

Pretendendo a EANA facultar o acesso ao ensino de música não só aos jovens da cidade de Portalegre e do Concelho, mas também aos de todo o Distrito, a associação deliberou seguir uma política de descentralização, criando em parceria com a autarquia de Ponte de Sor uma Secção na cidade, no ano 2000.

Para tal, foram disponibilizadas pela Câmara Municipal de Ponte de Sor as antigas instalações da Escola Primária/Delegação Escolar, edifício totalmente remodelado para o desenvolvimento destas atividades, obtendo a Autorização Definitiva de Funcionamento por parte do Ministério da Educação, em 07 de março de 2006.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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