Ponte de Sor distinguido como município Amigo da Juventude. Créditos: CMPS

O Município de Ponte de Sor recebeu na sexta-feira, 26 de maio, a distinção de ‘Município Amigo da Juventude’ atribuído pela FNAJ – Federação Nacional das Associações Juvenis. A entrega das distinções decorreu na cidade de Pinhel, durante o terceiro Encontro Nacional de Município Amigos da Juventude.

Ponte de Sor foi assim agraciada com a Bandeira e o Selo de ‘Município Amigo da Juventude’ tendo cabido ao vice-presidente da Câmara Municipal, Rogério Alves, receber a distinção. Para a Autarquia a entrega deste Selo significa que Ponte de Sor “viu reconhecida a sua estratégia e boas práticas amigas da Juventude desenvolvendo políticas estruturantes, sustentáveis e articuladas com a estratégia e visão dos e das jovens”.

Ponte de Sor distinguido como município Amigo da Juventude. Créditos: CMPS

A FNAJ é uma estrutura representativa de mais de mil Associações Juvenis de base local e regional em Portugal e que, por sua vez, movimentam um universo de cerca de meio milhão de jovens. Em 2020, fundou a Rede Nacional de Municípios Amigos da Juventude, uma plataforma de contacto que pretende impulsionar a implementação de políticas de juventude estruturantes, sustentáveis e articuladas com a estratégia e visão dos jovens.

Esta rede, que conta com mais de 150 municípios, é pioneira na sua conceção e encontra-se assente em três eixos: estratégias de políticas de juventude, boas práticas municipais e sinergias de políticas locais de juventude.
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A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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