Coral Polifónico de Ponte de Sor . Créditos: DR

O Coral Polifónico de Ponte de Sor celebra o XXIII aniversário este sábado, 2 de março, com um concerto às 17h30, no Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sor. Para além do grupo anfitrião, o espetáculo musical conta com o Orfeão do Barrô Águeda.

A primeira tentativa para a formação do Grupo, teve lugar em março de 1990, quando decorreram os primeiros ensaios, nos quais participaram trinta pessoas. Essa tentativa contou com a colaboração do Maestro Luís Vergílio e, após seis meses de ensaios, o Grupo teve a sua apresentação pública no dia 16 de setembro de 1990, na festa de encerramento do Terceiro Passeio Cicloturístico de Ponte de Sor.

Ainda sob a regência do Maestro Luís Vergílio, o Grupo voltou a atuar, uma segunda vez, nas Comemorações do Dia Mundial da Música, no Cineteatro de Ponte de Sor, a 1 de outubro de 1990 para de seguida, por falta de maestro, encerrar-se esta primeira tentativa de formação do Grupo.

Numa segunda tentativa, o Grupo teve a primeira apresentação pública em dezembro de 1996, na Igreja Matriz de Ponte de Sor, sendo a apresentação apadrinhada pelo Orfeão de Abrantes.

Inicialmente o surgiu com o nome de “Grupo Coral da Associação de Cicloturismo e Cultural de Ponte de Sor, tendo-se mais tarde optado pelo nome de “Coral Polifónico de Ponte de Sor”.

A partir de 2005 o Grupo entendeu desligar-se da Associação de Cicloturismo e Cultural tendo, a 12 de maio, eleito uma Comissão Instaladora para proceder a todas as demarches necessárias à legalização. Nessa mesma data decidiu-se que futuramente o Grupo passaria a denominar-se Coral Polifónico de Ponte de Sor – Associação Cultural.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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