O escritor José Luís Peixoto é natural de Galveias, em Ponte de Sor, e o município atribui um prémio em seu nome desde 2007. Fotografia de Patrícia Pinto

Beatriz de Almeida Rodrigues, de Lisboa, é a vencedora da 14º edição do “Prémio Literário José Luís Peixoto”. José Miguel Silva, de Ponte de Sor, recebeu uma Menção Honrosa. A edição de 2020 destinava-se a premiar trabalhos inéditos na modalidade de poesia.

Além de homenagear o escritor José Luís Peixoto, natural de Galveias, no concelho de Ponte de Sor, a iniciativa pretende ainda incentivar a criatividade literária entre os jovens, assim como o gosto pela leitura.

O concurso, de âmbito internacional, está aberto a cidadãos de nacionalidade portuguesa e a naturais e/ou residentes em países de língua oficial portuguesa, que tenham menos de 25 anos. Criado em 2007, o Prémio Literário José Luís Peixoto tem como diretiva, em anos pares, premiar trabalhos inéditos na modalidade de poesia e, em anos ímpares, trabalhos de conto.

Resultados da 14ª edição

Vencedor para naturais ou residentes no concelho de Ponte de Sor
Este ano o júri atribuiu uma Menção Honrosa
Título da obra: “Considerações Intensamente Humanas”
Vencedor: José Miguel Silva (Ponte de Sor)

Vencedor para não naturais ou não residentes no concelho de Ponte de Sor
Título da obra: “Uma Inusitada Liberdade”
Vencedora: Beatriz de Almeida Rodrigues (Lisboa)
Menções Honrosas
Título da obra: “Maçã Bichada”
Nome: Fábio Miguel Albino Duarte (Portimão)
Título da obra: “Joelhos”
Nome: Rodrigo Prista (Lisboa)

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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