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Os contos irão ser publicados no final do ano, num livro denominado “Contos do Sor – Antologia de Escrita Criativa”. Uma iniciativa que a associação juvenil realiza em parceria com a Câmara Municipal de Ponte de Sor.

Segundo o psicólogo David Rafael Silva, dinamizador da segunda sessão, “a criatividade é uma competência que pode ser treinada e as sessões de escrita criativa são uma oportunidade para a estimular, num ambiente criativo, especificamente desenhado com exercícios de reflexão e escrita”.

Nesta sessão de escrita criativa, será abordado o potencial criativo de cada um, a importância da criatividade e da escrita na psicologia humana, a escrita enquanto ferramenta e a comunicação enquanto veículo de emoções, perceções, pensamentos e comportamentos. Esta estrutura será intercalada com quatro desafios de escrita criativa, para que os participantes tenham a oportunidade de refletir, fazer uma autoanálise e de explorem a narrativa, os personagens e as figuras de estilo.

As sessões da Oficina de Escrita Criativa são abertas ao público, gratuitas e visam encorajar os participantes para o ato da escrita. Todas as sessões são diferentes, na primeira sessão em que participar irá sentir inspiração, na segunda sessão irá sentir motivação para continuar a escrever. A Debate Intemporal considera que “o mais importante é experimentar um das sessões da Oficina de Escrita Criativa”.

As próximas sessões serão realizadas também no Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sor estando agendadas para os dias 17 de junho, 19 de agosto, 21 de outubro e 16 de dezembro.

A Associação Debate Intemporal é uma associação juvenil, cultural e recreativa, que pretende dinamizar a cultura, com iniciativas distintas no Alentejo.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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