Zona Ribeirinha de Ponte de Sor. Créditos: mediotejo.net

As Festas da Cidade iniciaram-se esta quarta-feira, dia em que se comemoram os 35 anos da elevação de Ponte de Sor a cidade. Um dos acontecimentos marcantes do concelho no início do verão decorrerá este ano de 8 a 12 de julho de uma forma diferente, devido à situação pandémica de covid-19.

São 35 anos “de maturidade, de orgulho, de progresso, de desenvolvimento e principalmente de envolvimento”. Na sua mensagem no dia da cidade, o presidente da Câmara Hugo Hilário lembra que “o território tem sofrido diversas transformações ao longo destas décadas” que têm sido, considera, “fator de diferenciação”, e têm tornado Ponte de Sor uma “referência em diversos setores, desde o agroflorestal ao aeronáutico”.

Hugo Hilário referiu ainda, num vídeo publicado na rede social Facebook, a indústria de transformação de cortiça e as áreas social e educacional, contribuindo para “uma cidade moderna, vanguardista […] que garante qualidade de vida, com uma oferta de serviços ímpar”.

O autarca não esqueceu os portessorenses “espalhados pelos quatro cantos do mundo”, falando numa cidade “que nos orgulha e com a qual nos identificamos”.

Sobre as Festas da Cidade, fez notar tratar-se de uma “celebração diferente”, na qual “não podemos estar juntos” devido à pandemia de covid-19. No entanto, o Município preparou “um Festival de Artes de Rua que leva festa e alegria à porta de todos nós”, disse.

Com o mote “Juntos mas separados (celebramos a cidade)”, a animação de rua vai andar pela cidade, de quarta a domingo, com Além do Tejo; A Chiclateira & Quinteto Impossível; A Velha Senhora; Lili Baton Rouge; Trica Larica; Uma Noite na Praia de Itapuã; e DJ Morphine Boy.

OIÇA AQUI A MENSAGEM DO PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE PONTE DE SOR

Também esta quarta-feira, 8 de julho, foi inaugurado o novo site municipal que, de acordo com Hugo Hilário, é “uma aposta que vem fortalecer o forte impacto que temos nas redes sociais”, e na forma como o Município comunica com os munícipes.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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