A primeira Assembleia de Secção do mandato dos novos órgãos do Partido Social Democrata (PSD), eleitos em janeiro de 2018, decorreu, este sábado, 24 de fevereiro, em Abrantes.
A Assembleia contou com uma casa cheia de militantes para assistir à tomada de posse dos novos órgãos da Secção do PSD de Abrantes.
No discurso de tomada de posse, o presidente da Comissão Política, Diogo Valentim, disse aos militantes que a eleição dos novos órgãos “representa o início de um novo ciclo na concelhio” e que “mais do que nunca é crucial mostrar, interna e externamente, que o PSD Abrantes representa uma alternativa credível e competente”.
Diogo Valentim aproveitou o discurso da tomada de posse para deixar um aviso dizendo que “enquanto presidente do PSD de Abrantes, serei inclusivo e não autoritário, confiarei naqueles que nos representam até ao dia em que nos falharem!”, deixando ainda clara a principal missão da comissão política para o seu mandato, ao afirmar que “está mais do que na hora de o Partido Socialista (PS) perceber que não estamos na política para brincar e que estamos a direcionar todas as nossas forças para desmontar o regime autoritário implantado pelo PS em Abrantes! Este sim, terá que ser o nosso grande objectivo e bandeira”.
Tomaram posse como membros da Comissão Política, Diogo Valentim (presidente), António Lopes (vice-presidente), Ana Dias (vice-presidente), José Oliveira (secretario geral), Susana Martins (tesoureira), Manuel Oliveira (vogal), João Mendes (vogal), Rafaela Pedro (vogal), Alexandre Traquina (vogal), e enquanto membros da Mesa da Assembleia de Secção, José Miguel Vitorino (presidente), Elza Vitório (vice-presidente), Ana Rico (secretária).
Na Assembleia de Secção, que contou com um ponto reservado à análise da situação política e partidária, foi ainda aprovado o Plano de Actividades para o primeiro mandato da Comissão Política onde se se identificam como linhas orientadoras para o mandato: Reforçar a democracia e aproximar os cidadãos do poder político; fortalecer o compromisso com o poder político; aumentar a transparência e melhorar a informação; estimular a reflexão e a produção política; apostar nos jovens enquanto agentes do futuro; defender a valorização do território e do património; e apostar na área social como factor de inclusão.

