Poder de compra cresce no Médio Tejo mas continua abaixo da média nacional, com exceção do Entroncamento. Foto: mediotejo.net

O poder de compra dos residentes no Médio Tejo mantém-se abaixo da média nacional, segundo o estudo Purchasing Power Europe 2025, divulgado pela GfK/NIQ Geomarketing, que coloca Portugal no 22.º lugar entre 42 países europeus, com um rendimento médio disponível de 16.943 euros per capita.

Na sub-região do Médio Tejo, apenas o Entroncamento apresenta um índice de poder de compra acima da média nacional, com valores entre 96 e 104 pontos, o que o coloca entre os territórios mais fortes do interior centro. Seguem-se Vila Nova da Barquinha, Constância e Alcanena, com índices entre 88 e 96, ligeiramente abaixo da média portuguesa.

A maioria dos municípios — como Abrantes, Tomar, Torres Novas e Ourém — posiciona-se entre 80 e 88 pontos, evidenciando um poder de compra moderadamente inferior ao padrão nacional.

O estudo revela que, apesar das disparidades internas, a região acompanha a tendência de crescimento do rendimento disponível, num contexto nacional de aumento de 15,7% face ao ano anterior. Ainda assim, o poder de compra português permanece cerca de 17% abaixo da média europeia, situada nos 20.291 euros per capita.

Poder de compra cresce no Médio Tejo mas continua abaixo da média nacional, com exceção do Entroncamento

Segundo a GfK/NIQ Geomarketing, “o custo de vida em Portugal, sobretudo em habitação, energia e alimentação, continua a condicionar o poder de compra real das famílias”, apesar da melhoria nominal dos rendimentos e da “tendência de convergência gradual” entre economias regionais.

A nível nacional, Oeiras lidera o ranking, destronando Lisboa, com 26.863 euros per capita, seguindo-se Cascais, Alcochete e Vila do Porto.

O estudo Purchasing Power Europe (Poder de Compra da Europa) 2025, realizado pela GfK/NIQ Geomarketing, revela dados significativos sobre o poder de compra dos europeus, uma vez que avalia o rendimento disponível per capita em 42 países.

No topo da tabela encontram-se países onde os rendimentos ultrapassam os 30.000 € por pessoa, no top 3 dos países com maior rendimento per capita estão o Liechtenstein (71.130 €), a Suiça (53.011 €) e o Luxemburgo (38.929 €). No final da tabela estão Kosovo, Bielorrússia e Ucrânia.

Portugal ocupa o 22.º lugar entre os 42 países analisados, com um rendimento médio disponível de 16.943 € por habitante.

Embora tenha descido uma posição face ao ano anterior, o pais registou um crescimento de 15,7% no rendimento disponível, aproximando-se da média europeia, que se situa nos 20.291 €.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *