Comandantes do Médio Tejo defendem atual modelo de Proteção Civil e alertam para retrocesso. Foto/Arquivo: Paulo Jorge de Sousa

A Diretoria do Centro da Polícia Judiciária, com a colaboração do Grupo de Trabalho para a Redução de Ignições em Espaço Rural do Centro e da Equipa de Proteção Florestal da GNR da Sertã, deteve no dia 8 de julho um homem de 27 anos pela presumível autoria de um crime de incêndio florestal, ocorrido a 4 de julho no concelho da Sertã.

O suspeito, presumivelmente com uso de chama direta, ateou o incêndio em zona de vasta mancha florestal, povoada com mato e pinheiro bravo, confinante com a zona urbana, informa a nota enviada ao nosso jornal.

A atuação do homem, atualmente no quadro ativo de um corpo de Bombeiros Voluntários, colocou em perigo a integridade física e a vida de pessoas, de habitações e a da mancha florestal com centenas de hectares.

“O incêndio acabou por não assumir proporções mais gravosas devido à rápida e eficaz intervenção dos bombeiros da Sertã”, acrescenta a nota.

Sobre o mesmo recaem ainda fortes suspeitas de poder ser o autor de pelo menos mais dois incêndios ocorridos no ano de 2022, próximo deste local. O detido vai agora ser presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação.

Mestre em Jornalismo e apaixonada pela escrita e pelas letras. Cedo descobriu no Jornalismo a sua grande paixão.

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1 Comment

  1. É lamentável verificarem-se situações desta índole e, bem grave com origem, supostamente, em pessoas que se prontificam para as combater!
    Primeira medida, desmobilização do Corpo de Bombeiros
    Segunda medida, se comprovada a acção, atribuição de medidas restritivas da liberdade
    Terceira medida, envio de todos aqueles que executam este tipo de actos, para Equipa de Limpeza de Florestas, devidamente controlada por entidade oficial

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