Foto: Polícia Judiciária

A Polícia Judiciária deteve, no Entroncamento, dois homens suspeitos da prática de crimes de roubo agravado, sequestro, ofensas à integridade física e detenção de arma proibida, na sequência de uma investigação dirigida pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Santarém.

Os factos remontam à madrugada de 22 de agosto de 2025, quando um homem e uma mulher, de 28 e 24 anos, residentes em Tomar, ficaram imobilizados na estrada devido à falta de combustível, nas imediações de Paialvo, no concelho de Tomar. As vítimas foram então surpreendidas pelos suspeitos, que as agrediram e coagiram à entrega dos valores que possuíam.

De acordo com a investigação, os assaltantes ameaçaram as vítimas com uma arma branca e obrigaram-nas a entrar na sua viatura, sujeitando-as a novas agressões enquanto as transportavam para um local isolado. Já nesse local, ambos foram novamente agredidos e depois forçados a deslocar-se a uma caixa multibanco, com o objetivo de levantar dinheiro utilizando o cartão bancário subtraído à mulher, tentativa que acabou por não se concretizar.

As vítimas viriam a ser abandonadas na via pública, nas proximidades do local onde tudo se iniciara.

As detenções ocorreram no âmbito de uma operação conjunta da Polícia Judiciária e da Guarda Nacional Republicana de Torres Novas, com o apoio do Grupo de Operações Especiais da Polícia de Segurança Pública, durante a qual foram cumpridos dois mandados de busca domiciliária.

Os dois homens agora detidos, ambos com 24 anos e com antecedentes criminais por criminalidade violenta e grave, vão agora ser presentes ao juiz para primeiro interrogatório judicial e aplicação das respetivas medidas de coação.

Sou diretora do jornal mediotejo.net, diretora editorial da Médio Tejo Edições e da chancela de livros Perspectiva. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

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