Medronho. Fotos: Pixabay

A associação Pinhal Maior, em parceria com outros Grupos de Ação Local nacionais, encontra-se a desenvolver o projeto de cooperação “BioEconomia – cooperação para o uso sustentável dos recursos naturais locais e criação de emprego”, com apoios do PDR 2020, inserido no Portugal 2020 e cofinanciado pelo FEADER.
 
Neste âmbito, está a ser organizada uma formação técnica em produção e transformação de medronho, que terá lugar em maio, durante os fins-de-semana, e com início previsível no dia 11 (sábado). Esta terá uma duração de cerca de 32 horas, será gratuita e limitada a 20 participantes, os quais se devem inscrever até dia 10 (sexta-feira) às 13h00, preenchendo este formulário.
 
Esta ação terá lugar nas instalações da Pinhal Maior, na Sertã, mas poderá ser alterada em função da proveniência da maioria dos inscritos, sendo que será sempre ministrada numa das sedes de concelho do território de intervenção da associação (Mação, Oleiros, Sertã, Proença-a-Nova e Vila de Rei).
 
A formação será lecionada por formadores com profundos conhecimentos nas matérias a abordar, deverá incluir sessões teóricas e práticas, e possivelmente uma visita técnica no final.
 
A iniciativa pretende dar ferramentas aos potenciais interessados acerca da produção desta espécie autóctone, numa região com propriedades marcadamente florestais, bem como da eventual transformação e obtenção de produtos com um maior valor acrescentado, incentivando o desenvolvimento económico das pessoas, mas principalmente do território.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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