Festival do Petisco e Artesanato regressa ao Pego. Foto arquivo: mediotejo.net

O Largo das Festas do Pego volta ao ativo com a Feira do Petisco e Artesanato Pegacho a decorrer entre sexta-feira e domingo, de 19 a 22 de setembro. O evento une as diversas coletividades e a junta de freguesia numa parceria que pretende preservar a tradição e aliar o saber fazer aos usos e costumes da identidade pegacha.

A “Aldeia das Casas Baixas” volta assim a mostrar o saber receber e saber fazer com a sua Feira do Petisco e Artesanato, além de manter as suas tradições culturais, patrimoniais e gastronómicas. O evento decorre no largo das festas e, à mesa, não irão faltar os ícones mais aclamados: o bucho e as tripas à moda do Pego.

Haverão muitos outros petiscos e receitas locais à base de carne de porco, peixe do rio, migas carvoeiras e couves com feijão, mas também o típico frango assado e demais iguarias à base de carne de caça, enchidos e tantos outros a constarem da ementa das tasquinhas das associações.

Na sexta-feira, dia 19, a festa arranca com as atuações dos DJ Sérgio B e DJ Danni Vita, garantindo a abertura em ritmo de dança.

No sábado, dia 20, sobe ao palco a banda À Part, trazendo música ao vivo para animar a noite.

O encerramento da feira acontece no domingo, dia 21, com o espetáculo do grupo Momento d’Aldeia, que promete um ambiente mais tradicional e familiar.

Organizada pela AJRCP, APEEP e A.M.P, com o apoio da Câmara Municipal de Abrantes e da Junta de Freguesia local, a iniciativa pretende valorizar a gastronomia e o artesanato da região, reforçando também o espírito de comunidade.

A Feira do Petisco e Artesanato Pegacho é de entrada livre e destina-se a toda a população, oferecendo três dias de convívio, sabores e cultura no coração do Pego.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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