Fórum do Conhecimento com iniciativas dedicadas às emoções, ao bem-estar e às competências socioemocionais. Foto arquivo: CMA

O escritor Pedro Chagas Freitas é o principal convidado da edição deste ano do Fórum do Conhecimento, que decorre na quinta-feira, 25 de junho, em Abrantes, com iniciativas dedicadas às emoções, ao bem-estar e às competências socioemocionais.

Promovido pelo Município de Abrantes, o evento tem como tema “Emoções e Bem-estar” e pretende incentivar a reflexão sobre a importância da saúde emocional, da prevenção de conflitos e do desenvolvimento de competências relacionais em contexto educativo e comunitário.

O Fórum do Conhecimento será composto por dois momentos distintos, ambos abertos à comunidade. A primeira sessão realiza-se às 14h00, na Escola Dr. Solano de Abreu, sob o título “Sinto, logo existo”, e será conduzida pela psicóloga clínica Maria Miguel Barbosa. A iniciativa dirige-se sobretudo aos alunos do ensino profissional, embora esteja aberta à participação de toda a comunidade.

O segundo momento está marcado para as 21h00, na Escola Secundária Dr. Manuel Fernandes, onde decorrerá a sessão principal do fórum. Após as boas-vindas do presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos, terá lugar a intervenção de Pedro Chagas Freitas.

Considerado um dos autores portugueses mais lidos da atualidade, Pedro Chagas Freitas tem obra publicada em vários países, entre os quais Brasil, Itália e México.

Além da atividade literária, desenvolve trabalho como jornalista, formador na área da escrita criativa e orador em temas relacionados com as emoções, as relações humanas e o desenvolvimento pessoal.

Pedro Chagas Freitas participa no Fórum do Conhecimento em Abrantes. Foto: DR

Segundo a autarquia, o Fórum do Conhecimento pretende criar espaços de diálogo e partilha que contribuam para o reforço do bem-estar individual e coletivo, promovendo uma maior consciência sobre a importância das competências socioemocionais na vida quotidiana.

A participação é gratuita, não carece de inscrição prévia e está aberta a toda a comunidade.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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