Foto: Luís Ribeiro

A encerrar a programação dos “Dias de Thomar”, na sexta-feira, dia 14 de março, a sala polivalente do Complexo Cultural da Levada vai acolher a abertura da exposição “Tomar imaterial”, pelas 18h00. A mostra pretende dar a conhecer o património imaterial tomarense, de que a “Festa dos Tabuleiros é apenas o ponto mais visível”.

A exposição tem como principal objetivo documentar, preservar e valorizar as “manifestações do património cultural imaterial do concelho, promovendo uma imersão nas tradições, rituais e eventos festivos que têm sido parte integrante da vida e identidade da cidade ao longo dos séculos”.

Com um trabalho minucioso de levantamento, recolha documental e fotográfica, esta exposição oferece um “olhar profundo sobre o universo das práticas sociais, rituais e eventos festivos do concelho de Tomar, reconhecendo a importância de preservar as suas tradições para as gerações presentes e futuras”.

Ao longo da exposição, o público terá a oportunidade de conhecer as procissões, os cortejos, e outros momentos de grande expressão, como os corsos carnavalescos e a evocação da lenda de Santa Iria, que reflete a coexistência do sagrado e do profano, característica marcante das festividades locais.

Estarão representados, com fotografias, painéis explicativos e outros elementos alusivos, a Festa dos Tabuleiros, Procissão de Santa Iria, Círio de Nossa Senhora da Piedade, Carnaval da Linhaceira, Festa do Senhor Jesus das Necessidades (Santa Cita), Procissão do Senhor dos Passos (Olalhas), Festa do Espírito Santo (Carregueiros) e Festa do Aleluia (Cem Soldos).

A exposição convida todos os visitantes a descobrirem, até 25 de maio, a história imaterial de Tomar, apreciando o “valor das suas práticas sociais e festividades, que continuam a ser vividas com paixão e intensidade pela comunidade local”. Aberto de terça-feira a domingo entre as 10h00 e as 12h00 e entre as 14h00 e as 17h00 até 31 de março, e após essa data das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.

Mestre em Jornalismo e apaixonada pela escrita e pelas letras. Cedo descobriu no Jornalismo a sua grande paixão.

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