Foto ilustrativa: DR

A 2.ª edição da festa “Parreira – Terra da Floresta”, um evento solidário para angariação de fundos para o Centro de Apoio Social da Parreira (Chamusca) vai ter lugar entre os dias 18 e 20 de julho, no Salão de Festas da Parreira. O evento integra bailes, concertos, gastronomia e um debate sobre a floresta.

A organização é da IPSS que presta apoio a seniores institucionalizados e/ou dependentes, a população mais vulnerável do concelho da Chamusca.

O evento contará com concertos e bailes, um debate florestal com enfoque nas parcerias entre indústria e produção, arruada, banda filarmónica e folclore tradicional, a par de serviço de restaurante com frango na brasa e bifanas para consumo no local e take-away.

PROGRAMA:

Sexta, 18 de julho

19h00: Início das festividades / Abertura do restaurante

20h30: Baile com Carlos Marmelada

Sábado, 19 de julho

09h00: Debate florestal “Parcerias entre a Indústria e a Produção”

10h00: Arruada com a Banda Filarmónica da Carregueira

12h00: Abertura do restaurante

14h30: Banda Filarmónica da Carregueira

18h00: Acordeonista Ana Sofia Trindade

19h00: Abertura do restaurante

22h00: Concerto – Los Invictus

Restaurante aberto a partir das 19h00

Domingo, 20 de julho

12h00: Abertura do restaurante

17h00: Academia Sénior UFCP

18h00: Folclore com:

Rancho da Parreira

Grupo Académico de Danças Ribatejanas

Rancho da Casa do Povo de Almeirim

19h00: Abertura do restaurante

21h00: Baile com Marco Morgado

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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