Parreira celebra o cogumelo com três dias de saberes, sabores e muita música. Foto: DR

A freguesia da Parreira, no concelho da Chamusca, recebe entre 27 de fevereiro e 1 de março a 9.ª edição do Festival do Cogumelo, iniciativa organizada pelo Município da Chamusca em parceria com a União de Freguesias de Parreira e Chouto.

O evento afirma-se como uma aposta estratégica na dinamização do território, promovendo produtores e agentes económicos locais e valorizando o cogumelo enquanto produto endógeno com forte ligação histórica ao concelho.

Durante três dias, o recinto de festas da Parreira acolhe um programa diversificado que conjuga gastronomia, música, atividades pedagógicas e animação cultural. O certame inclui espaços de restauração, expositores, artesanato, workshops, passeios micológicos e showcookings protagonizados por nomes reconhecidos da gastronomia nacional.

O Festival do Cogumelo está de volta à Parreira. Foto arquivo: mediotejo.net

No cartaz musical destacam-se os concertos de Luís Trigacheiro, na sexta-feira, Syro, no sábado, e Rebeca, no domingo.

O programa gastronómico conta com showcookings conduzidos pelo chef Bernardo Sequeira, na sexta-feira, pela chef Justa Nobre, no sábado, e pelo chef Carlos Afonso, no domingo.

Festival do Cogumelo da Parreira, Chamusca. Créditos: CMC

Entre as atividades previstas destacam-se ainda passeios micológicos orientados por técnicos especializados, palestras temáticas sobre fungos e compostagem, concursos culinários, oficinas criativas para crianças e degustações de produtos regionais.

O festival integra também momentos de valorização cultural e tradicional, como a atuação do Rancho Folclórico da Parreira, reforçando a identidade local associada ao evento.

Luís Trigacheiro atua a 27 de fevereiro na Parreira. Foto: DR

Com entrada gratuita, o Festival do Cogumelo pretende levar “a essência da charneca para a mesa”, colocando o cogumelo no centro da oferta gastronómica e promovendo simultaneamente o turismo, o comércio local e o convívio comunitário.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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