O estacionamento pago vai regressar ao centro histórico de Abrantes a partir de 16 de março, com a reativação dos parquímetros que estavam desligados desde o período da pandemia de Covid-19. A medida visa reorganizar o estacionamento naquela zona da cidade e “promover uma maior rotatividade de lugares”.
“Desde o período da pandemia de Covid-19 que estes equipamentos se encontravam desligados. Durante esse tempo, foi realizada uma avaliação das estruturas existentes e procedeu-se à aquisição de novos parquímetros, mais modernos e ajustados às necessidades atuais”, esclarece a nota enviada ao nosso jornal.
Com esta medida, a autarquia pretende “garantir uma melhor organização do estacionamento no centro histórico, promovendo a rotatividade de lugares e facilitando o acesso de todos a esta zona da cidade”.
“Este modelo permitirá que mais pessoas possam estacionar junto ao comércio local e serviços, contribuindo para a dinamização do centro histórico”, acrescenta.
A taxa de utilização será de 0,45€ por hora, com um período máximo de permanência de 120 minutos.
Continuam disponíveis alternativas gratuitas, nomeadamente o parque junto ao Castelo de Abrantes, o parque dos Quinchosos, o parque do Vale da Fontinha e o parque do Convento de São Domingos.
“Sabemos que qualquer mudança exige adaptação, mas acreditamos que esta organização contribuirá para uma utilização mais justa e equilibrada do espaço público”, conclui a CMA.

Boa notícia, para repor a ordem no estacionamento do Centro Histórico!
E a “bolsa de estacionamento” no Adro da Igreja de S. João, mesmo com sinal de trânsito proibido, também se mantém gratuita, como no Castelo, Quinchosos, Vale da Fontinha, São Domingos e 1.º de Maio? A Igreja, monumento nacional, precisa de obras de restauro, é certo, mas os carros também não dignificam o espaço envolvente. Por vezes, nem a porta do templo escapa, mesmo com as floreiras, bonitas e bem adequadas ao espaço, que colocaram para impedir o estacionamento dos automobilistas que por lá deixam os seus veículos.