Parque Ambiental de Santa Margarida celebra 24 anos com biodiversidade e ilustração. Foto: DR

O Parque Ambiental de Santa Margarida (PASM), em Constância, celebra o seu 24.º aniversário no próximo sábado, dia 18 de abril, com um programa que alia a educação ambiental para crianças à apresentação de um projeto de ilustração local.

A manhã de aniversário começa às 09:30 com a atividade “Exploradores da Natureza”, que nesta edição assume o tema «Flores em Festa». Destinada a crianças entre os 4 e os 12 anos, a iniciativa foca-se na descoberta dos seres vivos e na exploração lúdica do espaço do parque.

No período da tarde, a partir das 16:00, o foco vira-se para a arte e o património natural com a apresentação das ilustrações do projeto “Biodiversidade e Cultura do Concelho de Constância”.

A sessão será conduzida pela autora e ilustradora Marina Palácio, incluindo ainda uma “Oficina de ilustração silvestre” inspirada no percurso poético “O Caminho Extraordinário das Árvores-biblioteca”, destinada a público a partir dos 5 anos.

Embora a participação em todas as atividades seja gratuita, a organização reforça que a inscrição é obrigatória. Os interessados devem garantir o seu lugar através do contacto telefónico 249 736 929 ou pelo e-mail parqueambiental@cm-constancia.pt.

Parque Ambiental de Santa Margarida celebra 24 anos com biodiversidade e ilustração. Foto: Tiago Lopes

Situado na freguesia de Santa Margarida da Coutada, o Parque Ambiental é, há mais de duas décadas, um pilar na estratégia ambiental do município de Constância.

O espaço é conhecido pela sua diversidade de flora e pelo Borboletário Tropical – o primeiro do género a ser inaugurado em Portugal -, sendo um local privilegiado para o contacto direto com a natureza e para a sensibilização ecológica junto da comunidade escolar e das famílias da região do Médio Tejo.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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