Regiões de Leiria e de Coimbra, Médio Tejo e Beira Baixa defendem Santarém como escolha ideal para o novo aeroporto. Foto ilustrativa: Pixabay

Além da proximidade a Lisboa, também o “investimento privado disponível e os menores custos em termos de infraestruturas em relação a outras opções” são argumentos favoráveis à escolha desta localização para o novo aeroporto, segundo a moção apresentada.

“Assim, propõe-se à Câmara Municipal de Alcanena que aprove a presente moção de apoio à localização do aeroporto na região de Santarém”, bem como que se transmita ao Primeiro-ministro e ao ministro das Infraestruturas o apoio da Câmara Municipal quanto à localização do aeroporto da região e a intenção da sua inclusão na comissão de acompanhamento a constituir.

Rui Anastácio explicou que a localização da estrutura aeroportuária está pensada para algures entre Casével e São Vicente do Paul, acrescentando que “para se perceber até ao pormenor a que já se foi” dentro dos esforços desenvolvidos pela entidade privada promotora, já foi feita inclusivamente uma avaliação sobre o impacto que este empreendimento poderá ter nas colónias de morcegos das grutas do Alviela.

Rui Anastácio revelou que já foi realizada uma avaliação sobre o impacto que o aeroporto poderá ter nas colónias de morcegos das grutas do Alviela.

O autarca afirmou ainda que esta “não é uma escolha política” e que aquele sítio “foi encontrado por uma análise absolutamente e estritamente técnica, que é o que é suposto fazer neste tipo de infraestruturas”, sendo que o mesmo tem “acessibilidades fantásticas”, estando encostado à linha ferroviária do norte, a qual vai sofrer obras de melhoria, o que permitirá chegar até Lisboa de comboio em 30 minutos.

O facto de o aeroporto em Santarém não obrigar a uma nova travessia no Tejo como em Montijo, e Alcochete estar “em cima do maior aquífero do país”, foram outras vertentes apontadas por Anastácio, referindo existir “um conjunto de argumentos a favor desta localização”.

“Quero crer se os estudos forem sérios e honestos, teremos aqui antes de 2030 um novo aeroporto”, disse o líder do município de Alcanena, acrescentando que vai “aguardar serenamente e acompanhar o processo”, o qual tem vantagens e desvantagens, mas que, considera, “reequilibraria o país”.

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Licenciado em Ciências da Comunicação e mestre em Jornalismo. Natural de Praia do Ribatejo, Vila Nova da Barquinha, mas com raízes e ligações beirãs, adora a escrita e o jornalismo.

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5 Comments

  1. Aeroporto boa ideia para a nossa zona e especialmente para a hotelaria de Alcanena, Alvados, Porto de Mós e Fátima.
    Não é necessária tanta ideia para um aeroporto pois há um Campo de Aviação em Alcanena
    na Chã e a Camara pode fazer avaliações se serve na vez de Santarém.

    1. Ó Joaquim Rita, já tens idade para ter juízo e deixares de ser ordinário atrás de um ecrã. Deixa de ser uma criança e vem a uma reunião de câmara ou assembleia como qualquer munícipe de bem e decente e confronta de frente as pessoas. Nem os do teu partido te aturam. Já agora: a última vez que deste sinal de gostares de alcanena foi atrás das caixas das festas. Já conseguiste recuperar o prejuízo? E as contas?

  2. Não sei que és nem estou interessado mas tenho que dizer que o Tesoureiro das Festas é e sempre foi o FERNANDO DA PAPELARIA, nunca fui tesoureiro mas trabalhador, coisa que tu nunca fizeste pela terra. Orgulho-me de ter feito parte dos orgãos sociais do LAR,ATLÉTICO E OUTRAS COLETIVIDADES e festas do 5 de Outubro em 1972 não devias ter nascido nessa altura. O meu passado profissional está á vista antes e depois da reforma nas empresas que trabalhei e ainda trabalho.
    Quanto ao meu partido continuo a fazer parte da Comissão Politica que vai ser eleita hoje.
    Quanto a ser ordinário não faço parte da tua família nem a conheço.
    Devem te ter encomendado esta encomenda.

  3. Para acabar de responder ao insulto ordinário que fui vitima de alguém sem rosto e sem vergonha, venho repor a verdade sobre prejuízos das festas de S.Pedro, informo que fui juiz em 1999 com a D. Isabel Lobo tendo dado um lucro de 4.500,00 contos entregues ao Padre Abílio para pagamento da Igreja Nova, sendo o Tesoureiro o Sr. Jorge Cadete.
    Em 2009 juntamente com outros colegas como o Jácome Ramalho, Carlos Santos e outros e outras senhoras deu um lucro de cerca de 2.000 euros sendo o tesoureiro o Fernando da Papelaria pelo que não sei aonde foi buscar prejuízos ou então está mal informado.
    Está visto que a Democracia anunciada está longe em Alcanena.
    A Partir desta data com medo das represálias deixo de comentar alguma notícia do ilustre.

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