Depois de vencer em Albergaria, o Ouriense recebe o Famalicão em jogo importante para fugir à zona de despromoção. Foto: facebook/ CA Ouriense.

O Clube Atlético (CA) Ouriense visitou o Estádio Municipal António Augusto Pereira, casa do Clube de Albergaria, numa partida a contar para a jornada 12 da Liga BPI que terminou com vitória por 1-0 da turma de Ourém. Com este resultado, o Ouriense chega aos 9 pontos, os mesmos que o Albergaria, e salta da penúltima posição para o nono lugar, o último antes da linha de água.

Num encontro pautado pelo equilíbrio, destaca-se o golo apontado por Lorena Santana, avançada do Ouriense, ao minuto 25. Na sequência de um lance de bola parada, a camisola 9 saltou mais alto que as oponentes na área adversária e bateu Cat Sheppard, guardiã do Clube de Albergaria, que não conseguiu evitar o golo inaugural e que seria decisivo para a conquista dos três pontos.

Em resposta ao golo sofrido, a equipa da casa procurou balancear-se para o ataque, no entanto, nenhuma das oportunidades criadas foi eficaz ao ponto de fazer balançar as redes de Ana Rita Oliveira, guarda-redes que se apresentou segura sempre que chamada a intervir.

Ouriense vence em Albergaria e sai da zona de despromoção. Foto: facebook/ CA Ouriense

Com este resultado, o CA Ouriense chega aos 9 pontos, os mesmos que o Clube de Albergaria, e salta da penúltima posição para o nono lugar, o último antes da linha de água. A tabela é liderada pelo Benfica. Na próxima jornada, sábado, dia 3 de fevereiro, o Ouriense recebe o Famalicão. Confira AQUI os resultados da jornada e a classificação.

Lorena Santana foi a melhor em campo

Lorena Santana distinguida como a melhor jogadora em campo. Foto: FPF

Lorena Santana recebeu o prémio de melhor jogadora em campo do encontro entre o CA Ouriense e o Clube de Albergaria. A avançada do conjunto de Ourém esteve em destaque no encontro, tendo apontado o único golo do encontro que valeu três pontos à sua equipa.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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