Sozinha na bancada do PSD-CDS, coube à vereadora Isabel Costa a maioria das intervenções durante a reunião de câmara de Ourém de 1 de julho, sexta-feira. Entre elas, Isabel Costa observou que a decoração do Centro de Negócios de Ourém está bonita, mas os expositores do concelho no Encontro Ourém-Minas Gerais são “sempre o mesmo”, o turismo de Fátima, não estando presentes outras indústrias que podiam fazer sentido no certame. O presidente da Câmara, Paulo Fonseca, frisou que foram enviados convites a todas as empresas do concelho.
Com Luís Albuquerque e José Manuel Poças das Neves de férias, competiu a Isabel Costa a oposição durante a reunião de câmara. Entre as várias questões que levantou, pediu um balanço da presença do município numa Feira de mobiliário em Paris e do Encontro Ourém-Minas Gerais. A vereadora reconheceu as boas condições em que está a decorrer o evento, até 2 de julho, mas que os expositores refletem apenas o turismo religioso de Fátima, não estando presentes indústrias locais que fariam também sentido numa iniciativa deste género.
Paulo Fonseca garantiu que, através da ACISO – Associação Empresarial Ourém Fátima, todas as empresas do concelho receberam convite para o Encontro. Reconheceu no entanto que a mensagem possa não ter sido transmitida como se pretendia. “As pessoas fazem uma grande confusão entre o que é internacionalizar e o que é exportar”, comentou, referindo que o conceito de “internacionalização é muito mais” que a simples ideia de trocas comerciais, razão pela qual não estarão presentes mais empresas do concelho.
Adiantou posteriormente alguns dos negócios que está neste momento a desenvolver, como um cartão de carimbos que, para ser completo, o turista terá que visitar vários sítios emblemáticos de Minas Gerais e Fátima, potenciando assim o trânsito entre os dois países.
