Ourém une a Europa no torneio internacional Jovens pela Paz. Foto: CMO

O concelho de Ourém acolhe, até domingo, o Torneio Internacional Jovens pela Paz. O evento reúne cerca de 300 participantes de 16 equipas e oito países europeus, celebrando o futebol como promotor da união, do respeito e da cooperação.

A cerimónia de abertura oficial decorreu na sexta-feira, no Jardim Le Plessis-Trévise e na Praça do Município, servindo de montra para a apresentação das comitivas internacionais de Altötting (Alemanha), Częstochowa e Wadowice (Polónia), Levoča (Eslováquia), Lourdes (França), Raseiniai (Lituânia), Uherský Brod (Chéquia) e a estreante Esztergom (Hungria).

A representação local fica a cargo do Vasco da Gama, CCD Caxarias, CD Fátima (que assume a coorganização com o Município), Atlético Ouriense e CD Vilarense.

Na sessão de boas-vindas, o presidente da Câmara Municipal de Ourém, Luís Miguel Albuquerque, destacou que os valores do torneio são fundamentais não só para uma prática desportiva salutar, mas também para moldar cidadãos solidários e íntegros.

Para lá da competição, o foco do encontro está no intercâmbio cultural e no reforço dos laços de amizade internacional.

A fase de grupos arranca este sábado com jogos espalhados por vários recintos do concelho: o Campo da Caridade (Ourém), o Campo do Operário (Vilar dos Prazeres), o Campo da Chã (Caxarias), o Campo do Vasco da Gama (Maxieira) e o Campo João Paulo II (Fátima).

O grande vencedor será conhecido no domingo, dia 21 de junho, com a final agendada para as 17h00, no Campo da Caridade.

Toda a informação sobre os calendários e resultados pode ser acompanhada em detalhe no portal oficial do associativismo do município (https://associativismo.cm-ourem.pt/frontend/web/jogos).

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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