A noite de sexta-feira, 17 de janeiro, foi dedicada à exibição de curtas metragens da autoria de Pedro Figueiredo Neto, na Casa do Administrador – Museu Municipal de Ourém. Foto: CMO

A noite de sexta-feira, 17 de janeiro, foi dedicada à exibição de curtas metragens da autoria de Pedro Figueiredo Neto, na Casa do Administrador – Museu Municipal de Ourém. Sob o título “Do cinema, à arquitetura e à antropologia”, esta sessão cinematográfica contou com muito público que teve a oportunidade de visualizar cerca de uma dezena de curtas metragens que gozaram da colaboração deste arquiteto e antropólogo natural de Tomar.

Após a exibição de obras como “Curupira”, “Baluarte”, “Sizígia”, “Reel” ou do teaser de “Yoon”, o seu mais recente documentário longa-metragem que se encontra ainda em pós-produção, seguiu-se uma tertúlia onde público e autor trocaram pontos de vista sobre as diferentes e interdisciplinares temáticas abordadas.

A iniciativa contou com a presença da vereadora da Câmara Municipal de Ourém, Isabel Costa, que enalteceu o vasto e diversificado percurso do ainda jovem Pedro Figueiredo Neto, lembrando os presentes que o evento “Do cinema, à arquitetura e à antropologia” está integrado na “Rede Cultura 2027”, rede que promove a partilha de criações e recursos artísticos e culturais no território que abrange as 26 vilas e cidades que a compõem.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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