A empresa ouriense Tecnorém fechou o ano de 2017 com saldo positivo e uma faturação de 30 milhões de euros, refletida no crescimento em número de trabalhadores, adiantou ao mediotejo.net o presidente do grupo, Carlos Batista. O tradicional jantar de Natal da empresa decorreu no Centro de Negócios de Ourém na sexta-feira, 29 de dezembro, com o anúncio dos novos projetos para 2018, nomeadamente na área das energias alternativas.
“Em 2017 estamos a fazer a colheita do que semeámos em 2016”, em que se investiu em equipamentos e recursos humanos, referiu à comunicação social Carlos Batista. Este ano, por tal, a faturação duplicou. A empresa tem integrado grandes projetos nacionais, um pouco por todo o país, nomeadamente ao nível do abastecimento de água e tratamento de resíduos.
Neste momento a aposta da Tecnorém está a virar-se para a certificação em IDI – Inovação, Desenvolvimento e Inovação, com projetos ligados à água e tecnologia. Em 2018, adiantou o responsável, a empresa vai estar envolvida num programa de produção de energia alternativa através de turbinas instaladas nas tubagens e no desenvolvimento do tratamento de lamas resultantes de ETAR para desidratação e reutilização em diversas áreas como combustível, aditivos na construção, agricultura, entre outros. Estes projetos serão realizados em colaboração com a Águas de Portugal, Águas do Algarve e centros universitários, em que se inclui uma equipa americana.
A Tecnourém é um grupo da área da construção civil, composto por 10 empresas e possuindo atualmente 479 trabalhadores diretos, sendo uma das maiores empresas de Ourém. No próximo ano, adiantou Carlos Batista durante o jantar de Natal da empresa, decorrerá ainda um programa interno de gestão de ideias, com premiação de ideias que tragam valor à Tecnourém. Há também a previsão de criar um fundo de proteção social para os trabalhadores da empresa.
