Sílvio Conceição Foto: CHEGA Ourém

O empresário Sílvio Conceição é o novo presidente da concelhia do CHEGA em Ourém, substituindo Nuno Sousa. Segundo nota de imprensa, “por considerar Ourém um município de extraordinária importância na estratégia do partido, a distrital de Santarém do partido CHEGA acaba de nomear uma nova comissão política para a concelhia, liderada por Sílvio Conceição, comerciante de profissão e militante ativo na dinamização e concretização dos ideais do partido, em todo o município”.

Esta alteração prende-se fundamentalmente com a urgente necessidade de “fomentar uma relação de proximidade com os militantes, traçando objetivos claros de ação para que o CHEGA cresça de forma consolidada, em todo o concelho de Ourém”, refere Sílvio Conceição, em comunicado.

“Nesta concelhia, todos acreditamos no projeto e queremos que com união e responsabilidade, se possa provar que o CHEGA veio para ficar e que será um partido de referência em Ourém”, acrescenta Sílvio Conceição.

A mesma informação adianta que o CHEGA já tem uma sede no centro da cidade de Ourém, que “muito em breve será apresentada aos atuais e futuros militantes”.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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3 Comments

  1. Mais um otário que aceita juntar-se a esta espécie de partido político.
    Quão burro é preciso ser para tomar uma decisão destas sendo comerciante?
    Vamos ver quanto tempo dura, o povo de Ourém não vai tolerar Chegófilos racistas com ideias populistas para enganar parvos.
    Aguardemos…

    1. Burro ‘e o Senhor. Como está a viver de subsidios e `mais um parasita do BANCO ALIMENTAR, não lhe interessa que esta Partido tenha grande influência no Parlamento, pois então terá que ir trabalhar

  2. Muito bem, não é grande verdade, é vida real que se vive, um pouco por todo o lado, parasitismo, ócio, vícios de toda a natureza, nada saudável para vida humana, só acolhe igual a vida das cavernas. Caros senhores, os valores apodreceram, de tal forma, que se leia, a tal época que as mulheres contavam os anos que tinham pelo número de maridos que já tinham tido. E, o que aconteceu, Roma podre foi toda destruída. Isto não é assuntos de religião, é vida humana podre. Nem Chegas, que não chegam, nem religiões, e menos profetas políticos de nada. Roma será novamente destruída, assim, nem um ou cem Salazares, nem um ou Cem Chegas, resolvem isto. Na altura na ultima guerra, sem que ninguém acreditasse, havia os chamados “fornos do meu avo”, a história humana repete-se de 100 em 100 anos. Vida de vícios, não tem tratamento, nem político vazio ou cheio, nem religioso; a natureza é sempre superior aos humanos. Eu voto no chega, mesmo assim, por ter esse vontade de tratar alguma coisa.

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