Agroal acolhe em maio prova de trail running. Foto ilustrativa: mediotejonet

A primeira edição do Trail do Agroal vai decorrer no dia 28 de maio, em torno desta localidade do concelho de Ourém. Trata-se de um evento desportivo de Trail Running, constituído por duas provas competitivas de 28 e 16 km, e uma caminhada, de 10 km. As inscrições estão a decorrer.

A prova vai decorrer em torno de uma localidade constituída por montes e vales, com a praia fluvial do Agroal, o seu ex-libris, a qual integra a maior nascente do rio Nabão, conferindo-lhe uma beleza paisagística extensa, onde o verde da serra se une com a sua nascente de Águas gélidas “termais”.

Trata-se de um evento desportivo de Trail Running, constituído por duas provas competitivas e uma caminhada, organizada pela Liga dos Amigos da Secção da Freixianda, dos Bombeiros dos Voluntários de Ourém, contando com a colaboração do Município de Ourém, da União de Freguesias de Freixianda, Ribeira do Fárrio e Formigais, entre outros patrocinadores e apoiantes.

Provas:
Trail Longo 28 kms;
Trail Curto 16 kms;
Caminhada 10 kms.

Os atletas terão direito a uma buffet de boas vindas, a almoço, dorsal e uma t-shirt alusiva ao evento. E ainda a abastecimentos de sólidos e líquidos e seguro, de acordo com as normas em vigor.

Prémios:

Lista Trail Longo:

1º, 2º e 3º geral masculino + 1º, 2º e 3º geral feminino: Troféus

1º, 2º e 3º geral masculino + 1º, 2º e 3º geral feminino, por escalão: Troféus

Lista Trail Curto:

1º, 2º e 3º geral masculino + 1, 2º e 3º geral feminino: Troféus

1º, 2º e 3º geral masculino + 1º, 2º e 3º geral feminino, por escalão: Troféus

1ª, 2ª e 3ª Equipas*: Troféu * somatório dos 3 melhores atletas chegados, independente do escalão/sexo.

Paisagem do Agroal a partir da margem de Tomar, no cimo da serra Foto: mediotejo.net

A equipa mais numerosa terá direito a um prémio especial. Em caso de empate, será considerada a equipa com a sede mais distante do local da prova.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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