Luís Albuquerque. Foto: mediotejo.net

“Foram quatro anos intensos, de concordâncias e discordâncias, de bons e maus momentos, mas é de elementar justiça que saibamos reconhecer que, no final de contas, todos nos movemos em torno de objetivos comuns: a defesa do nosso concelho, das nossa terras, das nossas gentes e de tudo o que conseguirmos fazer para melhorar o presente e garantir o futuro”, afirmou o presidente da Câmara Municipal de Ourém na última sessão da Assembleia Municipal realizada no dia 21.

Num rápido balanço do seu primeiro mandato, Luís Albuquerque disse que há quatro anos recebeu “a honra de uma vida”, quando foi empossado.

Dirigindo-se à Assembleia Municipal pela última vez no atual mandato, quis “reforçar o orgulho” que sente e “o privilégio que tem sido poder conduzir os destinos da nossa terra ao longo destes quatro anos”.

Seguiram-se “palavras de gratidão a todos”. Agradeceu ao Presidente da Assembleia, João Moura, “pela cooperação, solidariedade e sentido de estado ao longo destes quatro anos”, à sua equipa, aos vereadores eleitos pelo PS “por dignificarem o exercício da oposição” e “permitirem crescer enquanto Executivo” e aos Deputados Municipais “por terem contribuído para a prática de uma democracia verdadeiramente livre”.

O autarca fez ainda referência ao “flagelo” da pandemia que marcou o mandato, afirmando  “acreditar que o pior já passou”. Agradeceu a todos os profissionais que estiveram na linha da frente na “megaoperação” de vacinação numa “verdadeira lição de altruísmo e paixão por uma causa”.

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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