A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Centro esteve presente na quarta-feira, 10 de janeiro, num balanço da atividade da ACISO – Associação Empresarial Ourém Fátima no âmbito do seu projeto de promoção da cidade religiosa. O representante da instituição, Jorge Brandão, frisou que Fátima “está no coração de outras dinâmicas de desenvolvimento que estamos a implementar”.

A ACISO tem viajado pelo mundo a promover o destino Fátima, mas Jorge Brandão salientou que os fundos comunitários disponibilizados para este projeto destinam-se essencialmente para apoiar as empresas na sua internacionalização. Porém, reconheceu, “Fátima tem um impacto na nossa região que extravasa o território do seu município, quer em termos religiosos quer sociais”, afetando os vários municípios envolventes.

O responsável lembraria que a CCDR está a trabalhar com a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT) para criar uma rede de produtos turísticos da sua região. “Para o Médio Tejo, Fátima é um ativo que devem articular”, defendeu, lembrando o projeto dos Caminhos de Fátima e do Caminho das Carmelitas. “Toda a região e todo o país têm a ganhar com este processo”. Fátima “está no coração de outras dinâmicas de desenvolvimento que estamos a implementar”, argumentou.

Ao mediotejo.net, Jorge Brandão esclareceu que se quer potenciar no Médio Tejo recursos identificados como estratégicos, como é o caso da água. No caso de Fátima, a cidade é encarada como uma forma de dinamizar o restante território, nomeadamente através da rede Caminhos de Fátima e a sinalização de percursos que atravessem a região.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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