Investimento de um milhão cria unidade para valorizar pneus em fim de vida. Foto: BB&G

A BB&G vai iniciar durante o mês de agosto a operação da sua unidade de reciclagem avançada de pneus em fim de vida, instalada em Ourém, depois de concluir um investimento de cerca de um milhão de euros destinado à implementação de melhorias tecnológicas.

Segundo a empresa, trata-se do primeiro projeto nacional de economia circular no setor dos pneus baseado numa tecnologia proprietária que permite converter o granulado proveniente de pneus usados em matérias-primas secundárias destinadas ao fabrico de novos pneus.

A unidade tem capacidade para recuperar cerca de 1.500 toneladas anuais de granulado proveniente de pneus em fim de vida, volume correspondente a aproximadamente 120 mil pneus por ano.

Os materiais obtidos poderão voltar a ser incorporados na produção de novos pneus, contribuindo para reduzir o consumo de matérias-primas de origem fóssil e apoiar as metas nacionais e europeias de descarbonização e circularidade.

O projeto conta com a parceria tecnológica da BDI-BioEnergy International e com acordos de colaboração estabelecidos com a Bridgestone EMEA e a Versalis (ENI), empresas que, segundo a BB&G, validaram a qualidade da tecnologia e dos materiais recuperados.

Citado em comunicado, o diretor da unidade de Ourém, José Belo, considera que a instalação “vem colocar Ourém no centro da economia circular em Portugal”, acrescentando que o projeto pretende criar “valor ambiental, social e económico para a região e para o país”.

Investimento de um milhão cria unidade para valorizar pneus em fim de vida. Foto: BB&G

A empresa refere ainda que os processos de licenciamento industrial e ambiental foram concluídos, encontrando-se a unidade preparada para iniciar a atividade durante o mês de agosto.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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