Ministra e Presidente da Câmara junto a instalações ardidas. Foto: CMO

A Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, deslocou-se no dia 20 ao concelho de Ourém onde reuniu com o executivo municipal e teve oportunidade de visitar as áreas florestais ardidas este ano, cerca de 5 mil hectares, com prejuízos estimados na ordem dos 12.5 milhões de euros.

O encontro começou com uma reunião na Câmara que juntou autarcas, técnicos e dirigentes da CCDR, onde foi feito um balanço dos danos ocorridos entre 5 julho e 23 de agosto. O município de Ourém apresentou à tutela as suas principais preocupações e relatou os danos mais avultados, ao nível de habitações ardidas, equipamentos e atividade económica afetada.

Seguiu-se a visita às zonas afetadas pelos incêndios em que participaram, além da ministra e do presidente da Câmara, Luís Albuquerque, o vereador Rui Vital, o coordenador municipal de Proteção Civil, Miguel Freire, Maria Teresa Almeida, presidente da CCDR-LVT, José Alho, vice-presidente e Carlos Pina, diretor de serviços.

A comitiva percorreu o concelho ao longo dos 4.822 ha ardidos, com paragem nos locais mais críticos e onde os danos foram mais elevados.

Ana Abrunhosa já tinha garantido recentemente apoio aos municípios atingidos pelos incêndios, independentemente da declaração do Estado de Calamidade e em Ourém “reforçou o empenho na busca da melhor solução para fazer face aos prejuízos, trabalho em estrita colaboração com o Município”.

Segundo o levantamento realizado pela autarquia oureense, foram registados 87 processos familiares/empresas com perdas em vários domínios cujo o prejuízo se estima em 5 832 389,98 euros. Destaca-se ainda um prejuízo cerca de 5 236 800 euros, em infraestruturas e equipamentos municipais danificados, 52952,40 euros de gastos com as máquinas de rastos e abastecimento de água, bem como 1360 995, 76 euros em necessidades de intervenção de estabilização de emergência pós – incêndio.

Estima-se que os incêndios ocorridos no concelho de Ourém entre 5 de julho e 23 de agosto tenham tido um prejuízo de cerca de 12 483 138,14 euros.

Ministra, autarcas e técnicos na reunião prévia. Foto: CMO

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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