Foto: Diocese Leiria Fátima

As paróquias da cidade de Ourém, nomeadamente Nossa Senhora da Piedade e Nossa Senhora das Misericórdias, estão a celebrar o centenário da restauração da Diocese de Leiria, a 17 de janeiro de 1918.  O programa “Por entre luzes e sombras” terá quatro sessões de reflexão, nos dias 14 e 28 de janeiro e 4 e 11 de fevereiro, domingos, entre as 15h30 e as 18h00. O objetivo é abordar “os caminhos percorridos pelo Evangelho na nossa terra e a resposta, na fé, que as sucessivas gerações lhe deram, tanto quanto nos é dado saber”.

“Vamos fazer um breve percurso histórico, divido em quatro etapas, para melhor conhecer o património material e imaterial legado pelas culturas e civilizações que habitaram a nossa terra, no que ao acolhimento e vivência, diálogo e confronto, aceitação ou rejeição do Evangelho e da fé cristã, dizem respeito”, refere nota de imprensa.

A primeira sessão decorreu no domingo, dia 14, no salão paroquial de Nossa Senhora da Piedade, onde João Bernardes abordou “Os vestígios da presença cristã no tempo dos Romanos e Visigodos” e Ana Saraiva “A vivência da Fé Cristã sob ocupação árabe”, em comunicações intercaladas por breves momentos musicais.

A 21 de janeiro haverá, na Sé de Leiria, às 16h00, Missa Solene de acção de graças pelo centenário da Restauração da Diocese.

A sessão de dia 28 vai decorrer na Cripta da Colegiada da Igreja Paroquial de Nossa Senhora das Misericórdias. Saul António Gomes vai abordar “A reconquista e a organização pastoral” e o Cónego Luciano Cristino “A Criação da Diocese de Leiria e a posterior integração de Ourém”.

Dia 4 de fevereiro o encontro torna a ser na Cripta da Colegiada, com os temas “Grandes desafios dos séculos XVIII-XIX”, por António Baptista, e “A vida cristã no século XX”, pelo Padre João Trindade.

O ciclo termina 11 de fevereiro no antigo edifício da Câmara de Ourém, com as “Grandes Mudanças nos inícios do Século XX”, por David Sampaio Barbosa, e “O Acontecimento de Fátima e Ourém, os Pastorinhos e o Administrador”, por Monsenhor Luciano Guerra e Poças das Neves.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

Deixe um comentário

Leave a Reply