Atentado de 12 de maio de 1982 contra o Papa João Paulo II. Foto: DR

Os 40 anos do processo-crime do atentado de 12 de maio de 1982 contra o Papa João Paulo II será o tema principal das II Jornadas de Direito Criminal da Comarca de Santarém a realizar na sexta-feira, dia 4 de novembro, no Teatro Municipal de Ourém.

Organizadas pelo Tribunal Judicial da Comarca de Santarém, o evento decorrerá, entre as 9h30 e as 13h00, estando prevista, após o almoço, a inauguração de uma exposição pública, no Castelo de Ourém, alusiva ao processo judicial e ao episódio histórico ocorrido com Sua Santidade o Papa João Paulo II, que ali ficará patente durante cerca de um mês.

Programa:

09:00H Receção aos participantes

09:30H Abertura

Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Juiz Conselheiro, Henrique Araújo

Presidente do Tribunal Judicial da Comarca de Santarém, Juiz de Direito, Luís Miguel Caldas

Presidente da Câmara Municipal de Ourém, Luís Miguel Albuquerque

10:00H O caso: Apresentação pela jornalista da RTP Rita Marrafa de Carvalho

10:30H O Tribunal Coletivo que realizou o julgamento em 1982:

Mesa redonda

Juiz Conselheiro, Políbio Flor

Juiz Conselheiro, Santos Cabral

Juiz de Direito, Joaquim Soares Rebelo (Jubilados)

Moderação por Juízes dos Juízos Central Criminal de Santarém e Local Criminal de Ourém

11:15H Pausa para café

11:30H O direito à vida como direito não absoluto

André Lamas Leite, Professor Faculdade de Direito da Universidade do Porto

Do processo de querela ao atual processo penal – uma evolução positiva?

Paulo Saragoça da Matta, Advogado

Moderação por Juízes do Juízo Central Criminal de Santarém

12:45H Debate

13:00H Encerramento

Ministra da Justiça, Catarina Sarmento e Castro

Vice-Presidente do Conselho Superior da Magistratura, Juiz Conselheiro, José Sousa Lameira

13:30H almoço Livre

15:00H Inauguração da exposição “40 anos do processo-crime do atentado de 12 de maio de 1982 contra o Papa João Paulo II” no Castelo de Ourém

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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